Bancos de leite humano do DF precisam de doação


Publicado em: 01 de outubro de 2019

São 250 bebês prematuros alimentadores diariamente –

Os bancos de leite do Distrito Federal precisam, urgentemente, da solidariedade de mães saudáveis que estejam amamentando para reabastecer os estoques desse alimento, que é fundamental para garantir a vida das crianças que estão internadas nos hospitais públicos do Distrito Federal.

“O leite humano é o melhor alimento para qualquer criança. É o padrão ouro da alimentação infantil. E para os que estão internados é de extrema importância para a recuperação da saúde”, destaca a coordenadora das Políticas de Aleitamento Materno e Banco de Leite Humano do Distrito Federal, Miriam Santos.

O nível de doação está diretamente ligado à quantidade de mulheres amamentando, alertou Miriam. Segundo ela, “toda mulher que quer amamentar deve procurar ajuda, pois só teremos doadoras se as mulheres amamentarem”.

Cerca de 250 bebês são alimentados, diariamente, na rede, com o leite doado. Portanto, “é preciso que novas doadoras contribuam e façam parte dessa rede de apoio, cuidado e amor”, incentivou Miriam Santos.

COMO DOAR – Toda mulher que esteja amamentando é uma potencial doadora de leite materno, independentemente da idade do filho em amamentação. Algumas mães têm dúvidas sobre como é feita a doação e a coleta do leite materno, mas o procedimento é bem simples.

A doação deve ser feita em pote de vidro com tampa plástica e, em seguida, conservada no congelador. Para doar ou tirar dúvidas é só ligar no número 160, opção 4.

Se for a primeira doação e estiver com dúvidas ou precisar do kit (potinho de vidro, touca e máscara) é só acessar o site Amamenta Brasília ou procurar ajuda no posto de coleta de Leite mais próximo de sua residência.

COBERTURA – O Distrito Federal é o único lugar do país com 100% de cobertura de bancos de leite e postos de coleta, localizados nas unidades públicas e privadas de saúde que possuam UTI Neonatal. São 15 bancos de leite humano, sendo um deles pertencentes ao Hospital Regional de Santa Maria, administrado pelo IGESDF, além de cinco postos de coleta, dois deles comandados pela pasta.

Texto: Agência Saúde

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