Depois de assumir gestão das UPAs, IGESDF entra na luta contra a dengue


Publicado em: 29 de maio de 2019

Instituto instalou tendas nas UPAs de Ceilândia e São Sebastião

Em menos de 24 horas após assinar contrato de gestão, no dia 27 passado, com a Secretaria de Saúde (SES) para ampliar sua atuação e assumir, além do Hospital de Base,  as seis Unidades de Pronto Atendimento (UPAs) existentes do DF e o Hospital Regional de Santa Maria (HRSM), o Instituto de Gestão Estratégica de Saúde do Distrito Federal (IGESDF), uniu esforços com a SES na força-tarefa de combate à dengue e montou duas tendas nas UPAs de Ceilândia e de São Sebastião.

Só ontem, durante o primeiro dia de atuação, foram acolhidas mais de 320 pessoas nas três estruturas montadas.

Todas as pessoas atendidas fizeram exames e receberam os primeiros cuidados com hidratação oral ou venosa.

Para o presidente do Instituto, Francisco Araújo, “o IGESDF agora vai poder atuar com mais celeridade nas melhorias do atendimento nestas unidades e, assim, dar a resposta que a população precisa, melhorando o acolhimento e dando mais condições de trabalho para os profissionais de saúde que atuam na Instituição. Essa é apenas uma demonstração do que podemos fazer e da forma que atuamos. Vamos seguir com o processo seletivo de recursos humanos e contratar mais médicos, enfermeiros e técnicos de enfermagem para recompor e ampliar as equipes em todas as unidades sob a nossa responsabilidade, para melhorar o atendimento e a qualidade da saúde pública do DF” declarou.

Veja como proceder caso apresente os sintomas da dengue – Ao sentir os primeiros sintomas da dengue, o paciente deve procurar a UBS mas próxima da sua residência. Lá, será feita uma avaliação e, caso se confirmem os sintomas, a pessoa será encaminhada para o tratamento adequado nas tendas. Se o quadro for considerado grave, o paciente será encaminhado para a unidade hospitalar ou pronto de atendimento mais próximo.

As tendas são uma força tarefa para aumentar a oferta de serviços para hidratação oral e venosa.

Texto e fotos: IGESDF

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