
O Instituto de Gestão Estratégica de Saúde do Distrito Federal (IgesDF) participou, nesta terça-feira (1º), do aniversário de 16 anos do Instituto de Cardiologia e Transplantes do Distrito Federal (ICTDF). O evento reuniu autoridades do Governo do Distrito Federal (GDF), como a vice-governadora Celina Leão, gestores da saúde, incluindo o secretário de Saúde, Dr. Juracy Cavalcante Lacerda Jr., além dos parlamentares Dayse Amarílio e Jorge Vianna, representantes da Comissão de Saúde da Câmara Legislativa do DF (CLDF).
Durante a solenidade, foram feitas homenagens a profissionais e Instituições que acompanham a trajetória do ICTDF desde sua fundação. O diretor-presidente do IgesDF, Cleber Monteiro, recebeu Moção Honrosa pelo trabalho à frente da gestão do IgesDF. A homenagem reconheceu os esforços do Instituto para ampliar e qualificar o acesso dos pacientes e a atuação conjunta com o ICTDF.
“Este reconhecimento é fruto do empenho diário do IgesDF em garantir uma saúde de qualidade à população do Distrito Federal. O ICTDF é um grande parceiro na assistência de alta complexidade, e seguimos comprometidos com ações que aprimorem ainda mais essa rede de cuidado”, destacou Cleber Monteiro.
A programação contou ainda com um culto ecumênico e um café da manhã especial para colaboradores e convidados.
Sobre o ICTDF
Instituto de Cardiologia e Transplantes do Distrito Federal (ICTDF) é uma instituição privada sem fins lucrativos (filantrópica), que, além de pacientes particulares e conveniados por planos de saúde, presta um serviço complementar à rede da Secretaria de Saúde (SES/DF) para realização de atendimentos de alta complexidade cardiovascular e transplantes, sendo centro de referência para pacientes do Distrito Federal e de outros estados, principalmente das regiões Norte e Centro-Oeste, funcionando em modelo semelhante ao do IgesDF.
Atualmente, o ICTDF é a única instituição credenciada pela rede pública do DF para fazer transplante de medula óssea autólogo (próprias células-tronco do paciente são removidas e utilizadas novamente após quimioterapia e radioterapia) e alogênico (célula vem de um doador externo). Também, é exclusivo no atendimento de pacientes pediátricos e adultos para transplantes cardíacos pelo Sistema Único de Saúde (SUS). Além de promover ensino e a pesquisa, incentivando a qualificação profissional.