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Medicina Nuclear do Hospital de Base: crescimento e excelência no diagnóstico e tratamento

Medicina Nuclear do Hospital de Base: crescimento e excelência no diagnóstico e tratamento

Apenas nos três primeiros meses de 2025 foram realizados 309 exames

por Bruno Laganá

A unidade realiza exames de alta complexidade, como o PET/CT, além de oferecer tratamentos como a iodoterapia para hipertireoidismo e câncer diferenciado de tireoide. Créditos: Alberto Ruy/IgesDF

O Núcleo de Medicina Nuclear do Hospital de Base do Distrito Federal foi idealizado pelo médico nuclear e endocrinologista Rogério Ulysséa, pioneiro no Distrito Federal, no final da década de 1960. Inicialmente, realizando cintilografias e terapias com radioisótopos tanto ambulatorial quanto sob regime de internação hospitalar.

A partir de então, o serviço de Medicina Nuclear do Hospital de Base do Distrito Federal (HBDF) tem se consolidado como referência no diagnóstico e tratamento de diversas doenças, principalmente na área oncológica. A unidade realiza exames de alta complexidade, como o PET/CT, além de oferecer tratamentos como a iodoterapia para hipertireoidismo e câncer diferenciado de tireoide. Com um aumento expressivo na demanda nos últimos anos, o serviço busca expandir sua capacidade para atender cada vez mais pacientes.

Desde a introdução do PET/CT no HBDF em 2021, sob administração do Instituto de Gestão Estratégica de Saúde do Distrito Federal (IgesDF), a procura pelo exame tem crescido significativamente. O número de procedimentos realizados saltou de 58 nos primeiros quatro meses de funcionamento para 833 em 2024. Apenas nos três primeiros meses de 2025, já foram registrados 309 exames, evidenciando a crescente necessidade desse serviço na rede pública de saúde.

O PET/CT é um exame essencial para o estadiamento do câncer, ou seja,  avaliar o grau de disseminação da doença no corpo do paciente. Além disso, o exame também é importante para a avaliação de resposta terapêutica aos tratamentos realizados pelo paciente e para controle e detecção de recidiva da doença.

O serviço de Medicina Nuclear do HBDF dispõe de infraestrutura para realizar até 200 exames de PET/CT por mês. Créditos: Alberto Ruy/IgesDF

O exame de PET/CT funciona combinando imagens anatômicas e funcionais para um diagnóstico mais preciso. Segundo Marcelo Santos, chefe do Núcleo de Medicina Nuclear do HBDF, “esse avanço tem contribuído diretamente para melhorar a precisão dos diagnósticos, a eficácia dos tratamentos e, consequentemente, a qualidade de vida dos pacientes”.

O serviço de Medicina Nuclear do HBDF dispõe de infraestrutura para realizar até 200 exames de PET/CT por mês, além de contar com um quarto terapêutico com dois leitos exclusivos para tratamentos com radioisótopos.

Uma parte da equipe que compõem a Medicina Nuclear. Da esquerda para a direita: Renato Marques do Amaral, Médico Nuclear; Fabiana Torres, Administrativo; Wanessa Cristina Brito, Radiofarmacêutica; Ivam Marques. Técnico de Enfermagem; Neide Silvina, Técnica em Radiologia; Juliana Golçalves, Médica Radiologista Imagenologista; Danilo Souza, Físico; Andréia Pimentel, Técnica de Enfermagem; e Marcelo Santos, Chefe de Núcleo e Radiofarmacêutico. Créditos: Alberto Ruy/IgesDF.

A equipe multiprofissional é composta por médicos nucleares, radiologistas, farmacêuticos especializados em radiofarmácia, enfermeiros, técnicos de radiologia e enfermagem, além de um físico médico responsável pela segurança dos equipamentos. O trabalho integrado desses profissionais garante um atendimento seguro e eficiente aos pacientes.

Novas Perspectivas para o Futuro

Para os próximos anos, o Hospital de Base prevê a aquisição de uma gama câmara pelo Instituto de Gestão Estratégica de Saúde do DF (IgesDF), o que permitirá ampliar a oferta de exames de medicina nuclear. De acordo com Karen Letícia Cardozo Vasco, da Assessoria de Relações Institucionais (ASREI), o processo de compra já está em andamento.

Na Radiofarmácia, farmacêuticos manipulam radiofármacos utilizando blindagem de proteção à radiação. Créditos: Alberto Ruy/IgesDF

De acordo com Marcelo Santos, além disso, há planos para expandir as terapias com radioisótopos, oferecendo tratamentos ainda mais completos e eficazes para os pacientes.

Marcelo Santos destaca que, apesar dos avanços, muitas pessoas ainda desconhecem os serviços oferecidos pelo setor de Medicina Nuclear do HBDF. “A divulgação é essencial para que mais pacientes possam se beneficiar dos exames e tratamentos disponíveis, garantindo um diagnóstico precoce e um tratamento mais eficaz”, reforça.

Atendimento à imprensa
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