IGESDF abre mais duas estruturas para atender pessoas com suspeita de dengue


10/03/2020 - 17h27

Unidades começaram a funcionar nesta terça-feira (10) em São Sebastião e em Santa Maria

Mais duas estruturas especiais para atender pessoas com suspeita de dengue foram abertas, nesta terça-feira (10), pelo Instituto de Gestão Estratégica de Saúde do Distrito Federal – IGESDF, ao lado do Hospital Regional de Santa Maria (HRSM) e da Unidade de Pronto Atendimento (UPA) de São Sebastião.

Em 17 de fevereiro, o instituto já havia colocado para funcionar duas estruturas, uma na UPA de Sobradinho e outra na de Ceilândia. Juntas, elas já realizaram, até o dia 9 de março, 2.106 atendimentos.

O modelo de atendimento é similar em todas as tendas montadas pelo IGESDF. São 50 metros quadrados e as estruturas contam com sala de triagem, consultório médico, 10 leitos de hidratação venosa e sistema de ar condicionado. Nos locais, é possível fazer o diagnóstico clínico, teste rápido e teste laboratorial e hidratação dos pacientes.

 

As tendas contam com médicos, técnicos de enfermagem, enfermeiros, técnicos de laboratório, analistas de laboratório, auxiliares de atendimento e auxiliares de serviços gerais para fazer a limpeza.

O funcionamento é das 7h às 19h, todos os dias e, se necessário, o horário pode ser estendido para 24h por dia.

ATENDIMENTO – De 17/2 a 9/3, as tendas de Ceilândia e Sobradinho atenderam 2.106 pacientes, sendo 910 casos confirmados.

Em um recorte detalhado, de 17/2 a 29/2, encerrando o mês de fevereiro, na estrutura montada ao lado da UPA de Ceilândia foram realizados 570 atendimentos, sendo pelo menos 285 casos confirmados.  Na tenda ao lado da UPA de Sobradinho, foram 499, sendo 169 positivos.

De 1/3 até 9 de março, foram 560 atendimentos e 383 casos positivos em Ceilândia. Em Sobradinho, foram 477 atendimentos e 73 casos confirmados.

Totalizando os dados referentes ao período de 17/2 a 7/3, em Ceilândia, foram realizados 1.130 atendimentos, sendo 668 casos confirmados. Em Sobradinho, 976 atendimentos e 242 pessoas com a doença.

Para Francisco Araújo, diretor presidente do instituto, as tendas são fundamentais para agilizar o atendimento das pessoas com sintomas e que precisam ser tratadas imediatamente. “Não podemos deixar que as pessoas fiquem esperando para iniciar o tratamento. Com as tendas, serão evitadas complicações e até mortes causadas pelo mosquito da dengue”, concluiu.

 

Texto: Ailane Silva/IGESDF