Nova subestação elétrica no Hospital de Base é prioridade para governador


16/03/2019 - 14h54

Ação é estratégica para que a unidade aumente parque tecnológico e possibilite outras melhorias

O governador em exercício do Distrito Federal, Paco Britto, colocou como prioridade número um a construção de uma nova subestação de energia elétrica no Hospital de Base para ampliar o parque tecnológico de equipamentos, reforçar o sistema de ar condicionado, entre outros avanços que dependem de uma melhor eficiência energética.

A determinação foi feita após visita à unidade, neste sábado (16), guiada pelo diretor-presidente do IGESDF, Francisco Araújo. Ele expôs a necessidade de agilizar a ação com o envolvimento articulado de diversas áreas do governo para consolidar o projeto, em aprovação na Caixa Econômica Federal.

“Vamos mobilizar todos os setores que podem contribuir para acelerar a construção da subestação. É prioridade número um do governo”, anunciou Paco Britto, após visitar diversas áreas do hospital como o pronto-socorro e o refeitório.

Para ele, o IGESDF é salutar. “É a nossa solução para o Distrito Federal. Por isso, estou fazendo essa visita in loco. Está comprovada a melhora do atendimento com abastecimento de insumos e medicamentos, o que vai acontecer nas Unidades de Pronto Atendimento e Hospital Regional de Santa Maria”, completou.

Para o diretor-presidente, o compromisso assumido pelo governador de reforçar a central elétrica é de extrema importância, porque permitirá uma sequência de investimentos. “Conseguiremos ampliar o número de leitos, procedimentos e resolução. É claro que a presença do governador no hospital contribui para que ele veja, de fato, os problemas e desafios”, disse o diretor-presidente,

Também participaram da visita  esposa do governador em exercício, Ana Paula Hoff, o diretor clínico, Julio Cesar Ferreira, o superintendente de Administração, General Manoel Pafiadache, entre outras autoridades.

MUDANÇA – O IGESDF é um dos grandes projetos do governo para melhorar a saúde pública, porque é baseado no controle público, autonomia administrativa e financeira; regime próprio de compras, contratações e admissão de pessoal; execução de recursos de ensino e pesquisa; além da transparência com monitoramento e controle obrigatório.

O contrato de gestão é baseado em diretrizes, indicadores, metas e plano de ação, construídos a partir de um diagnóstico situacional.