Autodefesa, saúde feminina e etiqueta profissional marcaram a programação especial preparada para colaboradoras do Instituto de Gestão Estratégica de Saúde do Distrito Federal (IgesDF) nesta quinta-feira (5), em celebração ao Mês da Mulher. A iniciativa foi organizada pela Comissão Interna de Prevenção de Acidentes e Assédio (Cipa) da unidade administrativa do PO700.
Ao longo do dia, as participantes tiveram acesso a atividades voltadas ao bem-estar, à segurança e ao desenvolvimento pessoal, que incluíram aula prática de autodefesa, conversa sobre saúde feminina e orientações sobre postura profissional no ambiente de trabalho.

O dia começou com uma aula especial de Krav Maga, conduzida pelo instrutor e chefe da modalidade, Adalberto Dias, com apoio de Felipe Dias. Durante a atividade, as participantes aprenderam técnicas básicas de defesa pessoal para situações do cotidiano, como puxões de cabelo, agarrões e tentativas de roubo.
Segundo o instrutor, a técnica é baseada em movimentos simples, rápidos e objetivos, voltados para a autoproteção. “É importante entender que a defesa precisa ser prática. Em uma situação de risco, a pessoa precisa agir de forma rápida e atingir pontos sensíveis para conseguir se proteger”, explica.
A analista do IgesDF, Narla Santos, participou da atividade e destacou a importância da iniciativa. “A aula foi muito importante porque aumentou a nossa consciência sobre como agir em situações de risco. Foi um momento de aprendizado que fortaleceu a sensação de segurança e confiança”, afirma.
Saúde da mulher sem tabus

Outro momento da programação foi o bate-papo sobre saúde feminina conduzido pela ginecologista e gerente de Boas Práticas Assistenciais da Diretoria de Assistência à Saúde do IgesDF, Fernanda Hak.
A especialista optou por um formato mais interativo, em que as participantes puderam escrever dúvidas de forma anônima, que foram respondidas durante a conversa.
Segundo a médica, a dinâmica ajuda a quebrar barreiras e incentiva o diálogo sobre temas que muitas vezes geram constrangimento.
“Gosto desse formato porque muitas vezes a dúvida de uma pessoa é também a dúvida de várias outras. Assim conseguimos falar sobre temas importantes de forma aberta, sem vergonha e sem tabus”, esclarece.
Para a analista executiva Maisa Pereira, a dinâmica permitiu que temas delicados fossem discutidos com mais liberdade. “Por se tratar de questões pessoais, nem sempre nos sentimos à vontade para perguntar. Dessa forma consegui esclarecer minhas dúvidas e também aprender sobre assuntos que eu não conhecia tão bem”, pontua.
Etiqueta profissional no ambiente de trabalho

Encerrando a programação, as colaboradoras participaram de uma palestra sobre etiqueta corporativa, ministrada pela colaboradora do IgesDF Juliana von Sperling.
Durante o encontro, foram abordados temas como vestimenta adequada, postura profissional, comunicação, gestual, tom de voz e comportamento em ambientes digitais, conceito conhecido como “netiqueta”.
Segundo a facilitadora, as regras de etiqueta têm como objetivo facilitar a convivência e tornar as relações profissionais mais harmoniosas.
“As regras são universais. Seja aqui, em outro estado ou até em outro país, elas ajudam a tornar a convivência mais agradável e a construir relações baseadas no respeito”, avalia.



