Covid-19: festas de fim de ano pedem conscientização da população

A auto-observação para verificar a presença de sintomas é uma poderosa aliada pela saúde, alerta especialista

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As tão esperadas festas natalinas em família ou mesmo as baladas para celebrar a chegada de um Ano Novo exigem mais conscientização da população, que aguarda com muitas expectativas um momento de confraternização, já que muitas comemorações tiveram de ser adiadas no ano passado. Porém, apesar da alegria do reencontro, é necessário acender o alerta para a contaminação pelo coronavírus. E a conscientização é uma poderosa aliada contra eventuais riscos.

A dica é do médico José Roberto de Castro Viana Junior, da Diagnose, empresa prestadora de serviços de imagens e radiodiagnóstico nas unidades de pronto atendimento (UPAs), Hospital de Base (HB) e Hospital Regional de Santa Maria (HRSM), administrados pelo Instituto de Gestão Estratégica de Saúde do Distrito Federal (IGESDF).

De acordo com o médico, com mais de 70% da população imunizada e uma perceptível redução nos números de perdas humanas, pode ocorrer uma sensação de segurança em relação aos riscos de contaminação. No entanto, é necessário que essa sensação não se volte contra a própria população.

“O cuidado, na verdade, começa antes do evento. Cada pessoa se conhece, então, se ela percebe que algo está fora do normal, é hora de evitar o contato com outras pessoas, fazer um exame, cuidando de si e do próximo”, alertou. “Sintomas gripais, como coriza e espirro, dores no corpo e outros são indícios que devem ser levados em consideração. É uma questão de consciência”, destaca.

José Roberto alerta ainda para situações que envolvam pessoas pertencentes aos chamados grupos de risco, como idosos ou com comorbidades. “O ideal seria que as pessoas fizessem exames para diagnóstico da covid 48 horas antes dos evento, mas sabemos que isso nem sempre é possível. Então, a melhor medida é a autorreflexão, é cada um se observar antes de se encontrar com outras pessoas”, recomenda.

Os cuidados com a higiene pessoal, com alta oferta de álcool em gel, também devem ser mantidos. “É uma medida relativamente barata e que tem mostrado bons resultados. É algo que veio à tona agora, mas sempre foi muito útil para lidar com várias viroses”, destaca o especialista.

José Roberto explica que festas menores são melhores alternativas. “É uma questão até matemática. Menos gente, menor risco de contaminação. Sabemos da vontade de todos se verem e queremos que isso ocorra por muitos anos. Então, um cuidado agora pode ser útil para toda a vida”, diz.

O médico lembra que a pandemia não acabou. “Os números estão caindo, mas ainda há riscos. Então, não é hora de esquecer as medidas de higiene e autoconscientização. No mais, um feliz Natal a todos, e com saúde”, finaliza o médico.

Autor:
Ascom Diagnose

Reportagem: Ailane Silva

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