Iges faz exame de PSA em 150 operários da construção civil

Força-tarefa nesta quinta (26) no Noroeste teve o objetivo de descobrir casos de câncer de próstata

Thays Rosário
26/11/2020 - 13h08

Aproximadamente 150 trabalhadores que atuam em canteiros de obras do Noroeste foram submetidos a exames de PSA, que diagnostica o câncer de próstata, durante ação do Instituto de Gestão Estratégica de Saúde do Distrito Federal (Iges-DF) nesta quinta-feira (26). Os operários também receberam orientações sobre a prevenção da doença.

Técnicos do Hospital de Base coletaram amostras de sangue em trabalhadores da construção civil

A iniciativa, em parceria com o Serviço Social da Indústria da Construção Civil (Seconci-DF), integra a programação do Iges-DF em alusão à campanha nacional Novembro Azul, que alerta para a importância dos cuidados com a saúde masculina.

O exame de sangue PSA é capaz de detectar precocemente o câncer de próstata e outras condições, como hiperplasia prostática (crescimento desse órgão) e prostatite (inflamação). As amostras coletadas serão processadas no Laboratório Clínico do Hospital de Base (HB).

“Normalmente os homens não se atentam à própria saúde, por isso, é tão importante esse tipo de ação no local de trabalho deles”, ressaltou a analista do Laboratório Clínico do HB, Janaína de Paula Campos, que coordenou a iniciativa no Noroeste.

O técnico de segurança do trabalho Júlio César Sales Lima, 42 anos, foi um dos que participaram da coleta. “A maioria de nós não tem disponibilidade para ir a uma unidade de saúde fazer o exame. Esse tipo de ação social valoriza nosso trabalho”, agradeceu.

Operários com alguma alteração no exame poderão ser acompanhados por equipes do HB

O médico do trabalho do Seconci-DF, Daniel Ronda, falou sobre os próximos passos para aqueles que detectarem alguma alteração no exame. “Os homens que apresentarem alguma doença receberão todo o atendimento necessário, graças a nossa parceria com a Secretaria de Saúde e com o Hospital de Base”, adiantou. Daniel reforçou que “quanto antes o prognóstico, mais chances de cura”.

Fotos: Davidyson Damasceno/Ascom Iges-DF

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