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Microcirurgia do Hospital de Base já realizou 160 atendimentos

Em apenas um ano, serviço conseguiu recuperar pacientes que tiveram traumas graves, como o de uma anciã que caiu

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Thaís Umbelino

A aposentada Maria Tereza de Coelho, 80 anos, recebeu alta nesta quarta-feira (28), após tratamento no tornozelo

Com a missão de reparar ou reconstruir cirurgicamente matérias orgânicas pequenas, como vasos e nervos, o serviço especializado em Mão e Microcirurgia oferecida pela Ortopedia do Hospital de Base (HB) já  realizou cerca de 160 atendimentos entre agosto de 2019, quando foi inaugurado, até julho deste ano.

O serviço é minucioso e consiste em reimplantes de dedos, transferências de tecidos de uma parte do corpo para outra, além da reconstrução de nervos periféricos de membros como mãos, pernas e pés. Foi graças a esse serviço médico especializado que a aposentada Maria Tereza de Coelho, 80 anos, conseguiu superar o um grave acidente doméstico.

Depois de três meses internada e sendo tratada pela equipe de especialistas, ela recebeu alta nesta quarta-feira (28), totalmente recuperada de uma fratura no tornozelo  “A recuperação foi difícil, mas o cuidado e  carinho que eles tiveram carinho fizeram a diferença”, relatou a paciente. “Agradeço a todos os profissionais de saúde pelo carinho que recebi. Estou aliviada em poder finalmente voltar para casa”.

As delicadas cirurgias

Dona Maria Tereza foi internada, porque o tornozelo dela estava quebrado em duas partes, consequência de uma queda doméstica que resultou em fratura exposta. Para recuperar o tornozelo, ela precisou passar por duas operações, realizadas pela médica Ana Carolina Oliveira, uma das especialista em mão e microcirurgia do Hospital de Base.

A primeira operação, segundo a médica, consistiu em uma microcirurgia para cobrir, com retalhos de pele da panturrilha da própria paciente, o osso do tornozelo que estava exposto. Depois de quatro semanas, dona Maria Tereza foi submetida à segunda cirurgia, desta vez, para estabilizar a parte óssea. “Colocamos parafusos específicos para ajudar na sustentação do membro inferior”, explicou Ana Carolina.

Ana Carolina Oliveira, uma das especialista em mão e microcirurgia do HB

O intervalo entre a primeira e a segunda cirurgia foi de quase um mês porque dona Maria Tereza tem arritmia cardíaca, o que a obriga a usar marca-passo. Diante do debilitado quadro clínico da paciente, a equipe médica decidiu aumentar o tempo de internação e o intervalo entre as cirurgias. Assim, os procedimentos poderiam ser realizados com maior segurança para paciente, segundo Ana Carolina.

Os cuidados com a paciente foram referendados pelos outros três médicos que formam a equipe de especialistas em mão e microcirurgia do HB: Thiago Albeny, Gabriel Rodrigues e Bruno Veronesi.

A Ortopedia do Hospital de Base, unidade administrada pelo Instituto de Gestão Estratégica de saúde do Distrito Federal (IGESDF), acumula outros casos de sucesso em apenas um ano de existência. Por lá já passaram e saíram recuperados pacientes que tiveram as mãos quase dilaceradas por armas de fogo e até serra de cortar mármore. “E tudo isso tem sido feito em plena pandemia”, orgulha-se Paulo Cortez, superintendente do Hospital de Base.

Serviço é oferecido pela Ortopedia do HB

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