Simpósio no Hospital de Base alerta sobre o tratamento precoce da afasia

Trata-se da dificuldade de se comunicar que ocorre em decorrência de doenças que atingem o cérebro

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Dificuldades de se comunicar de maneira verbal, escrita, nomear pessoas e objetos, dificuldade de compreensão, dificuldade na leitura, estão entre os sinais da Afasia, condição decorrentes de doenças cerebrais, sendo a principal delas: o Acidente Vascula Cerebral – AVC, conhecido popularmente como derrame. Para alertar sobre a importância de identificar e tratar precocemente a afasia, o Hospital de Base do DF (HBDF) promoveu o Simpósio da Afasia na quarta-feira (29), que contou com mais de 100 participantes presencialmente e online.

“O simpósio teve como objetivo informar pacientes e familiares sobre os cuidados multiprofissionais com o paciente afásico, aprimorar os conhecimentos e atualizar a equipe multidisciplinar em relação à avaliação, terapia e cuidados com o paciente com afasia”, disse a fonoaudióloga do HBDF, Juliana Seixas.

Segundo ela, quando uma pessoa adquire afasia, ela pode ter dificuldades de se lembrar das palavras, compreender o que é dito, ler e escrever, repetir palavras e até mesmo de fazer gestos. “As pessoas não nascem com a afasia, ela vem decorrente de alguma lesão cerebral, e que quando avaliada e tratada precocemente, melhores resultados serão obtidos. O profissional indicado para esse tratamento é o fonoaudiólogo juntamente com a equipe multiprofissional, que vai oferecer a terapia com foco nas dificuldades apresentadas de forma individual pelo paciente até que consiga estabelecer alguma forma de comunicação, podendo ser verbal, escrita, prancha de comunicação, entres outras estratégias.

Segundo a profissional, quando o paciente não consegue desenvolver a comunicação falada, por exemplo, é possível criar uma comunicação alternativa. “Um paciente que perde a linguagem pode se comunicar por meio de gestos e também de pranchas confeccionadas conforme a necessidade do paciente. Uma das pranchas mais simples é que contém sim ou não. Mas também há algumas com as opções de incluir atividades de vida diária, como banho, alimentação, e as necessidades específicas de cada paciente. Basta que o paciente aponte ou faça algum gesto para que sua mensagem seja entendida”, disse.

SERVIÇO – O Hospital de Base conta com o Serviço de Fonoaudiologia que atende pacientes internados que são encaminhados para outras unidades quando recebem alta para dar continuidade ao tratamento de forma ambulatorial. Pacientes que não passaram pela internação também podem contar com um serviço de triagem para que eles possam ser encaminhados para outras unidades na rede de saúde. A terapia pode durar entre seis meses a um ano.

Reportagem: Ailane Silva

Edição: Renata Nandes

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